O potencial de Alvaro segundo a IstoÉ

A edição da IstoÉ que chegou neste fim de semana às bancas rompe o silêncio da imprensa nacional e dedica longa reportagem com o senador Alvaro Dias, que concorre à presidência da República pelo Podemos. O título da matéria chega a ser auto-explicativo: “O potencial de Alvaro”. Nela, a revista mostra que os porcentuais do candidato em todas as pesquisas realizadas até o fim de dezembro situavam-se em até 6% de intenção dos votos do eleitorado brasileiro, colocando-o nos calcanhares de concorrentes mais notórios e/ou mais favorecidos pela mídia, como o governador Geraldo Alckmin e o prefeito paulistano João Doria.

Considerando apenas a Região Sul, Alvaro contabiliza 20% das preferências, com votos concentrados principalmente no Paraná e Santa Catarina.

As próximas pesquisas, nas quais deixarem de figurar os nomes do apresentador Luciano Huck e, quase certamente, do ex-presidente Lula, Alvaro tende a subir de posição, tanto pelo possível esvaziamento de Jair Bolsonaro – cuja candidatura estava ancorada na polarização com Lula – quanto pela supressão do nome de Huck, que chegou a embalar os sonhos das correntes mais liberais.

Com isso, devem crescer as candidaturas mais representativas do centro, dentre as quais se inclui o nome de Alvaro Dias – com vantagens que o sobrepõem em relação aos demais: experiência administrativa (foi governador do Paraná) e parlamentar (deputado estadual, federal e senador há quatro mandatos) e uma outra que o diferencia de quase todos: não está enrolado na Lava Jato.

A íntegra da reportagem da IstoÉ você acessa por aqui.

 

2018-02-19T10:08:24+00:00 17 fevereiro - 2018 - 09:20|Brasil, Paraná, Política|1 Comentário


Um Comentário

  1. Eduardo Pereira. 17 de fevereiro de 2018 em 10:30 - Responder

    Vamos lá… não li a reportagem então vou confiar no ContraPonto sobre o conteúdo. E estou pensando se vale ler. Mas isso não vem ao caso.

    Vou ficar no ponto do “rompe o silêncio da imprensa” nacional sobre o Álvaro. Ele continua no silêncio, visto que a Isto É se transformou num teclado à espera do aluguel, no seu caminho inexorável rumo à insignificância jornalística.

    Mas a reflexão do ContraPonto deveria ser o porquê disso e considerar que o maior construtor desta irrelevância foi o Álvaro em pessoa.

    Ficou na penumbra no Senado, nunca foi chamado a exercer um cargo pulico que não fosse o de Senador e o máximo de destaque foi a duma CPI da “Nike” que liberou o Ricardo Teixeira, coisa que o FBI deve ter se deliciado ao descobrir. E diga-se que mais uma vez o Brasil se curva à Europa já que o cabeção da Nike no Brasil de antanho esta em cana na Espanha. Aqui, como todos os envolvidos seguiria solto.

    Mas voltando ao ContraPonto, se hoje em dia ele só tem relevância no PR e em SC, pode acreditar numa desidratação assim que todo mundo ficar exposto ao Sol da campanha real, que já conseguiu abater o jatinho do Huck facilmente.

    Na hora que começarem os debates, fora o implante, o senador de pijamas, não terá nada de novo para apresentar quando os outros reconhecerem sua face empoada.

    E na moral ContraPonto, pense num eleitor gaúcho ou paulista votando num paranaense pra segurar a bucha. Conversa e combina isso com eles primeiro, é o conselho que eu daria. E estenderia o papo ao a Minas e ao Nordeste inteiro que vai gostar de ser lembrado da borracha em cima dos professores. E também àqueles que votaram no PT que o candidato do P(h)odemos combateu desde sempre.

    Tô casando os R$ 18,00 reais que o vampirão deu de aumento no salario mínimo que o ilustre desconhecido, como o próprio ContraPonto reconhece, vai continuar na obscuridade e perder pra Manoela do PC do B que tem muito mais a propor para o Brasil da Tuiutí.

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