Sem Greca, debate na Band TV terá sete candidatos a prefeito de Curitiba

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O primeiro debate entre 15 dos 16 candidatos a prefeito de Curitiba será realizado nesta quinta-feira (1º), a partir das 22h30 na Band TV e vai reunir sete candidatos.  São eles: João Arruda (MDB), Marisa Lobo (Avante), Professor Mocellin (PV), Paulo Opuszka (PT), João Guilherme (Novo), Camila Lanes (PCdoB) e Fernando Francischini (PSL).

No segundo confronto, marcado para o dia 14 de outubro, vão participar Christiane Yared (PL), Goura Nataraj (PDT), Samara Garratini (PSTU) , Zé Boni (PTC), Diogo T. Hara Furtado (PCO), Caroline Arns (Podemos), Letícia Lanz (Psol) e Eloy Casagrande (Rede).

O debate será mediado pela jornalista Alessandra Consoli. Todos os candidatos foram testados para covid-19. Cada candidato ficará a uma distância de 1,5 metro e separado por uma divisória de acrílico. Todos usarão máscara e os equipamentos de segurança individual serão fornecidos pela Band, além de álcool em gel. O estúdio também passou por uma sanitização.

Serão três blocos, o que deve durar duas horas. O primeiro começa com uma pergunta comum para todos : “Por que merece o voto do eleitor de Curitiba”? Cada um terá um minuto para resposta e a ordem já foi definida por sorteio. Em seguida, no mesmo bloco, começa a rodada de perguntas e respostas. Ordem definida por sorteio. Quem pergunta terá 30 segundos, quem responde um minuto e 30 segundos, será um minuto para a réplica e 30 segundos para a tréplica.

Essa dinâmica se repete no 2 bloco e no 3. No terceiro e último, além da rodada de perguntas entre os candidatos, eles terão 45 segundos para as considerações finais. O direito de resposta será analisado pelo departamento jurídico da emissora. Se um candidato do segundo debate (do dia 14 ) for citado e pedir o direito, isso será analisado pelo departamento. Caso tenha direito, ele poderá enviar um vídeo por whatsapp de um minuto que será divulgado durante o debate.

Caixa preta –  João Arruda (MDB) disse na manhã desta quinta-feira vai levar dados sobre a crise sanitária que expôs a fragilidade e a precariedade dos serviços de saúde na capital. A falta de planejamento e capacidade de decisão, segundo João Arruda, ficou evidente no vai e vem do “abre e fecha” do comércio, que agravou a crise econômica que atinge, principalmente pequenas e microempresas.

Outra caixa preta, segundo João Arruda, está no transporte coletivo que “atende as empresas em detrimento à qualidade dos serviços prestados aos moradores” e usuários do modal na capital paranaense. Os R$ 200 milhões da prefeitura para socorrer as empresas de ônibus revela a inversão de prioridades. “Os pequenos empresários tiveram apenas R$ 10 milhões em apoio através de empréstimos e enfrentam ainda a burocracia para aprovar os empréstimos”.

 

 

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