Extinguir os cargos de motorista dos quadros de pessoal da Prefeitura de Curitiba, da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), da Fundação de Ação Social (FAS) e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), bem como o posto de motorista de veículos leves da administração direta. É o que estipula projeto de lei que será votado em regime de urgência pela Câmara Municipal de Curitiba.
Além de acabar com a previsão dos cargos, a proposta elimina 224 vagas não ocupadas e pontua que as 146 atualmente ocupadas permanecerão em atividade até o desligamento dos servidores,“na medida em que os remanescentes se desligarem, por aposentadoria, falecimento, exoneração ou demissão”.
Na justificativa da proposição, a Prefeitura de Curitiba observa que o objetivo da proposta é “formalizar uma situação de fato, existente há bastante tempo, qual seja, promover a gradual extinção dos cargos mencionados, os quais, na realidade contemporânea da administração municipal, se mostram obsoletos e extemporâneos”. Segundo o documento, assinado pelo prefeito Rafael Greca, a terceirização da frota da prefeitura começou em 1994.
Naquela época, lembra o Executivo, “[a prefeitura] possuía extensa frota de veículos próprios, abrangendo veículos pesados e leves e, para sua utilização, além de estrutura interna de manutenção veicular, tinha um quadro de motoristas estatutários, especializados e com habilitação para dirigir cada categoria de veículo”. Com o tempo, esses postos foram sendo fundidos numa carreira única.
