Morrem pais do empresário que intermediou negócios de Lula na África

No mesmo dia em que foi denunciado como intermediário num esquema de lavagem gerado por uma doação de R$ 1 milhão da Guiné Equatorial para o Instituto Lula, o empresário Rodolfo Geo recebeu outra má notícia: os pais dele – Adolfo e Margarida Geo – morreram esta manhã (26) na queda de um jato executivo numa fazenda no Norte de Minas Gerais.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta segunda-feira (26) o controlador do grupo ARG, sediado em Belo Horizonte, Rodolfo Gianetti Geo, pelos crimes de tráfico de influência em transação comercial internacional e lavagem de dinheiro. O ex-presidente Lula também está entre os investigados.

Rodolfo tinha interesse na continuidade de seus negócios de construção de rodovias na Guiné Equatorial e pediu a interferência de Lula para que influenciasse o ditador Teodoro Obiang a manter os contratos. Em contrapartida, Lula teria recebido – por meio do Instituto Lula – a vantagem de R$ 1 milhão.

2 COMENTÁRIOS

  1. Quem deveria estar no avião? Há anos estas coincidências vêm ocorrendo, tanto no período eleitoral como nas investigações avançadas. Pessoas se suicidando, aviões caindo. Já passou da hora de desconfiarmos disso. Quem acha que não existe esta conspiração é porque só conhece Brasília pela TV.
    Tenho fé que agentes inteligentes e dedicados chegarão a uma resposta para tantos acidentes aéreos. Afinal de contas, as investigações só nos mostram se a causa foi humana ou técnica, mas não se chega até o causador (e este já pensou nisso). Típico meio de execução bem sucedido, impossibilitando que se descubra o mandante. Se a imprensa verificar quantos voos levantam todos os dias, fizer um cálculo desde 2006 até hoje, constatará quantas autoridades, políticos, parentes ou empreiteiros estavam (ou deveriam estar) a bordo.
    Quem trabalha com isso sabe. Basta ter vontade de mudar.

  2. Se o falecido tivesse firmado um contrato público com o Lula, para que ele acessorasse a empresa junto ao governo daquele país, para reposicionar os contratos, qual seria o problema. O lula não era mais presidente, o prestígio é um bem pessoal dele e ele pode explora- lo como quiser. O MPF enlouqueceu?

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