O governo Bolsonaro avalia exonerar Alexandre Borges Cabral das presidência do Banco do Nordeste. Ele foi empossado na última terça-feira (2). A informação é do jornal carioca O Globo.
Cabral foi indicado pelo Partido Liberal, partido de Valdemar Costa Neto. Com a possível exoneração, o PL poderá escolher outro aliado para o cargo.
A demissão de Alexandre Cabral passou a ser cogitada após a revelação de que o Tribunal de Contas da União (TCU) investiga suspeitas de irregularidades em contratações da Casa da Moeda, em 2018, quando Cabral presidia o órgão.
A apuração do TCU aponta que as fraudes começaram em 2005 e foram até 2019. É investigado o direcionamento de licitações para as empresas Sicpa e Ceptis em valores que podem chegar a R$ 11 bilhões.
