Segundo o site Intercept Brasil, o volume de dados que lhe foram passados por fonte anônimo, contendo diálogos entre procuradores da força-tarefa da Lava Jato, com participação do juiz Sergio Moro, preencheriam um livro de 1.700 páginas.
Pelo Twitter, o editor Glenn Greenwald rebateu esta noite a nota divulgada pelo Ministério Público Federal de Curitiba – que acusa o site de tendencioso e de contrariar as melhores práticas jornalísticas – e informou que a divulgação dos vazamentos obtidos apenas começou.
O jornalista diz que a “longa declaração sobre nossa reportagem que (a) não negou nada que nós publicamos, incluindo os piores atos deles e (b) confirmou que o material no nosso arquivo é autêntico, o que nós já sabíamos.”

Esse jornalista inglês é tendencioso; alguma vez se interessou pelas atividades escusas da Orcrim petista? Quem está lhe financiando?
Modus operandi do sistema judicial cubano. Juizes policiais e promotores são uma coisa só. Juiz imparcial só no sistema americano ou europeu. O resto não vem ao caso, diria famoso ex-juiz.