O tira-dúvidas de Osmar Dias

O candidato do PDT ao governo estadual, Osmar Dias, quer tirar qualquer dúvida que ainda persiste em alguns poucos setores de que poderia desistir de concorrer ao governo estadual e trilhar o caminho fácil para o Senado. Tem gente até que torce para que ele mude de planos, mas Osmar, em entrevista ao jornal Metro/Curitiba desta segunda-feira (4), desfaz estas dúvidas e joga água fria na torcida do contra: não há mais volta na decisão de se candidatar ao Palácio Iguaçu. Diz ele diante da pergunta:

A sua candidatura ainda depende de decisões políticas? Quais partidos estão fechados?

Não depende da decisão de ninguém, é uma candidatura definitiva. A decisão foi tomada pelo meu partido com total apoio do diretório nacional, do diretório estadual. Os partidos que quiserem se somar a este projeto terão de vir sabendo das nossas regras. Primeiro, aliança em cima de um projeto de estado. Segundo, não há fundo partidário e nem eleitoral para atrair ninguém. Ao contrário, já avisamos que isso não existe e nisso eu não faço negociação. O Solidariedade está fechado, estamos avançados na conversa com o PPL, estamos conversando com o PPS. Eu não gosto muito de antecipar, falar de outros partidos, porque outro partido pode dizer não depois. Digo o seguinte: nós faremos uma aliança suficiente para apresentar nosso projeto.

Na entrevista, Osmar Dias também falou sobre seus adversários:

Eu não gosto de falar de pessoas nem de adversários, mas às vezes é inevitável que se fale o nome. Gostaria de cita o que eu vi de fora [do governo] e o que os outros dois (Cida Borghetti e Ratinho Jr.) que estão dentro talvez não tenham visto. Nós temos um processo de desarranjo das finanças públicas e do processo de gestão do estado. Posso citar como exemplo a antecipação de receitas de R$ 1,720 bi com deságio de 50% que representam R$ 3,4 bi para 2019 e 2020. Ou seja, deixaremos de arrecada R$ 3,4 bi porque eles já foram arrecadados. Outra questão que temos para resolver é a ParanaPrevidência, que tem um fundo de R$ 6,6 bilhões e era para ter R$ 12,6 bilhões.

1 COMENTÁRIO

  1. A três meses da eleição, ter que convencer setores de que é candidato ao governo e não ao senado, fica difícil. Mantém o ritmo de cavalo paraguaio, Eita!!!

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