Em nota, Cida reafirma que deixou R$ 5 bi em caixa

A assessoria da ex-governadora Cida Borghetti reafirma que o Paraná possui uma das melhores situações econômicas e fiscais do país.

Os problemas no SIAF existem e já foram objeto de várias ações da SEFA, designando servidores para comissões processantes (em julho, outubro e novembro), inclusive com a aplicação de multas contratuais à empresa. As providências cabíveis foram tomadas.

A transição foi informada da situação atual do Sistema e de todas as providências já adotadas.

Como afirmou o atual Secretário da Fazenda “não há irregularidade definida” e , “se houver incongruências, providências serão tomadas” .

A assessoria da ex-governadora lembra que deixou mais de R$ 5 bilhões em contas bancárias do Estado. Valores que asseguram o pagamento de todos os compromissos assumidos em seu governo. O Orçamento do Estado de 2019 está livre para execução pelo atual governo.

A assessoria de Cida reforça ainda que as dificuldades do Siaf, no entanto, que não impediram a execução de uma gestão realizadora com obras em todas as regiões, assinatura de convênios com a União, repasses de recursos para prefeituras, prestação de contas e a manutenção das certidões em dia.

O novo governo assume o Estado com todas as certidões em dia e com suas finanças contabilizadas, inclusive com a devida prestação de contas aos Órgãos de Controle, em especial à Assembleia Legislativa, ao Tribunal de Contas e à Secretaria do Tesouro Nacional.

A assessoria de Cida diz que espera que os problemas no Siaf sejam resolvidos pelo atual governo, pois será o melhor sistema de finanças públicas do Brasil quando concluído.

2019-01-10T17:49:13+00:00 10 janeiro - 2019 - 17:46|Brasil, Paraná, Política|4 Comentários


4 Comentários

  1. CLOVIS PENA 10 de janeiro de 2019 em 18:03 - Responder

    Quando os poderes constituídos se confundem em um mesmo canal político, dá nisso. O fato dá vez à palavra.

    Se uma assembleia legislativa tem em seus quadros ampla maioria de deputados “fechados” como apoiadores dos atos do executivo, por longo tempo, dá nisso. As funções fiscalizatória, debatedora e contraditória ficam inibidas e com isso abre-se espaço para o abuso de poder e a ocultação de informações indesejáveis. Impunemente !!!

    E não é de hoje. Isto vem acontecendo há décadas !!

  2. dinarte 10 de janeiro de 2019 em 19:23 - Responder

    Um montão de funcionários públicos… uma escola de governo para capacitar funcionários… uma empresa de informática abarrotada de especialistas em TI (Celepar)… e não sabem quanto dinheiro tem em caixa???!!! E nós pagando impostos para sustentar toda essa gente…

  3. Leitora 10 de janeiro de 2019 em 20:31 - Responder

    Aí ai a CELEPAR…. Se estamos dependendo deles…

    Mas creio na governadora

    Esse pessoal do rato só quer aparecer

    Só nan são menos experientes que os atuais chegados ao poder no planalto…aqueles sim, sabe Deus quando vao começar a governar, pq até agora só escândalo, falar mal dos outros e tipo Greca, vão ficar malhando o antecessor por uns dois anos ao invés de trabalhar

  4. jose 11 de janeiro de 2019 em 13:48 - Responder

    As pessoas que citam a CELEPAR não sabem o que aconteceu com este contrato, então vão se informar para depois postar alguma coisa. Pergunte ao Mauro Ricardo e a George, que foram quem contrataram e autorizaram colocar em operação o SIAF, mesmo sabendo que não atenderia ao Estado, e com o Parecer negativo da CELEPAR. Isto no inicio do ano de 2018. Todo o ano de 2018 foi um caos a utilização do sistema, mas os responsáveis pela SAFA continuam afirmando que funcionava. Com a troca para a gestão do Bovo, a CELEPAR informou que o sistema não atendia. Foram realizadas reuniões e foi apontado volta ao sistema antigo da CELEPAR, não foi aceito por problemas operacionais que a SAFA informou. Então a gestão do Bovo não resolveu e não encaminhou nenhuma alternativa, deixando para a gestão atual. Agora eles não conseguem: fechar o ano de 2018, abrir 2019, e se fizerem será com a ajuda da CELEPAR ou fazendo inserções manual no BANCO DE DADOS, porque as empresas que ganharam o contrato já informou oficialmente a desistência do contrato.

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