O empresário Jorge Atherino, apontado pela Operação Integração do Ministério Público Federal como um dos operadores do esquema de recolhimento de propinas, tentou convencer o juiz da 23.ª Vara Criminal de Curitiba a transferir o processo para a Justiça Eleitoral. Argumentou que, de acordo com recente decisão do Supremo, crimes comuns conexos ao de caixa 2 devem ser julgados no âmbito eleitoral.
O MPF não concorda. Um parecer assinado pelo chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e outros procuradores do MPF fizeram chegar ao juiz Paulo Sergio Ribeiro um parecer dizendo que o pedido de Atherino não deve ser atendido.
O MPF lembra que o processo já esteve sob a tutela da Justiça Eleitoral, mas esta decidiu que não lhe cabia julgá-lo. Estavam muito mais presentes na atuação dos denunciados pela Operação Integração os crimes comuns que teriam sido praticados por Atherino e pelos demais investigados – Beto Richa, Deonilson Roldo, Luiz Abi Antoun, Ezequias Moreira e outros.
O juiz ainda vai apreciar os dois lados para decidir – se atenderá o pedido de Atherino ou se concordará com o parecer do Ministério Público Federal.

Como o Atherino é um dos arrecadadores de Beto Richa e o Deo Roldo através da sua Start também “esqentava din din”para o playboy. O Gaeco está investigando a empresa criada por Neco Petry para o mesmo fim??? Tem muito pano pra manga ainda. E segue o baile!