As lebres podem salvar o Paraná

(por Ruth Bolognese)- Diante da invasão das Lebres pelas plantações paranaenses, temos que pensar no que fazer com elas. Vender gato por lebre não é o caso porque temos invasão de lebres, não de felinos.
Podemos montar um frigorífico de lebres – tem um açougueiro de Goiás preso em Brasília com know how no setor – e exportar. Se na China eles comem tudo o que se move, por que iam iriam torcer o nariz pra nossas lebres, ligeiras e carnudas?

Eis aí uma grande oportunidade de reequilibrar as contas do Paraná de verdade. E já que o nosso secretário de Finanças, o Mauro Ricardo Costa, não tem coração nenhum, vai montar um grupo de extermínio, chefiado pelo delegado Francischini, e acabar com a raça das lebrinhas em todo o Paraná.
Dessa vez, Francischini vai agir muito mais rápido e mais rasteiro do que com a manifestação dos professores estaduais no Centro Cívico, há quase três anos.

Zás trás. E lebres, mesmo feridas, machucadas, surradas e indignadas, não têm boca pra nada.

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