Nos quarteis da Polícia Militar do Parana em que ainda se serve “rancho” para a tropa, adiciona-se mais um problema: não tem carne na mistura. É arroz, feijão, alguns legumes. Não se dispensam também doações da vizinhança de alguns batalhões, como ocorre no 13.º BPM. A mesma situação vivem outros batalhões de Curitiba e do interior, segundo relatos que chegam ao
Contraponto.
De um oficial de alta patente, a descrição dos problemas vai além: “a questão dos recursos tem sido um problema muito sério para a Polícia Militar. Vão desde coletes, viaturas, alimentação, fardamento, computadores, manutenção das instalações, etc. Mas os militares vivem com estas limitações há muito tempo. Não deveria, mas já faz parte da nossa rotina”.
Nesta segunda-feira (11), diante da total inexistência de carne, os policiais foram avisados por WhatsApp que, se quiserem, podem contribuir com R$ 10,00 por semana para suprir a falta.
Também não recebem vale-refeição os PM’s obrigados a cumprir jornadas contínuas de 12 horas nas ruas e sem possibilidade de voltar ao quartel. Nestes casos, contam com a gentileza de donos de lanchonetes e restaurantes que lhes oferecem refeições gratuitas.

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