Um galinheiro no Alto da XV

(por Ruth Bolognese) – A vizinhança da casa número 740 da rua José de Alencar, uma das vias mais movimentadas e importantes do Alto da XV, convivem há meses com um cheiro insuportável. É provocado por um galinheiro, isso mesmo, um galinheiro com mais de 50 galináceos criados em condições higiênicas precárias, que atrai moscas e outros bichos. Um galo meio equivocado canta de manhã, de tarde e de noite. E de madrugada, quando deveria despertar a vizinhança, deve descansar porque não se ouve um pio.

Vários moradores ligaram para a Vigilância Sanitária da prefeitura de Curitiba que, depois de muita insistência, determinou uma visita ao local. Dias depois, uma vizinha ligou novamente para a Vigilância, para saber como tinha sido a visita e a resposta foi : “as galinhas estão muito bem”. A Vigilância informou, também, que foram repassados vários procedimentos ao dono do galinheiro de como proceder.

E o mau cheiro continua tão forte que todos os moradores dos arredores torcem para que chova todos os dias. Aí, alivia.

6 COMENTÁRIOS

  1. Que povo sem o que fazer hein…fosse criação de porco…mas encher o saco por causa de galinhas….eu vou montar um galinheiro também…sabe…o greca também implicou com uma horta d erua no alto da xv, daí veio a onu e premiou o autor, daí ficou bonito para a prefeitura…aposto que os mauricinhos que estão reclamando vão nessas lojas de comida artesanal e pedem frango caipira e feliz para levr para as suas familias com intenção de serem proximos dos veganos, mas na hora de conviver com as galinhas, eles preferem aquelas da sadia, bem longe, bem longe das fuças deles, como quem acredita que alface nao cresce em colombo, mas na prateleira do carrefour. Hipocritas

  2. Como fucam os moradores que residem ao lado do Congresso, Assembleoa, Câmaras e demais setores da vida pública com este mau cheiro que exala pelo país.
    Existe vigilância sanitária para coibir esta situação?

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