A Universidade Estadual de Londrina chegou a um ponto de estrangulamento: enquanto o número de cursos e alunos aumenta, diminui o quadro de professores e funcionários administrativos em razão, principalmente, de aposentadoria dos mais antigos. Hoje, o déficit chega a 841 funcionários, que precisaria ser coberto mediante concurso público.
O quadro foi apresentado pela reitora da UEL, Berenice Jordão, na Câmara de Vereadores e reproduzido em manchete pela Folha de Londrina na edição de hoje (23). Do total, seriam 299 professores e 542 técnico-administrativos, mas não há perspectiva de que o governo venha a autorizar novos concursos para preencher as vagas. O último concurso foi realizado em 2014.

Já se vê que não existe prioridade na educação por parte do governo; o que importa é fazer caixa e discurso de que as finanças do Estado estão equilibradas graças aos “ajustes” feitos; o que é meia verdade, se tanto. O governador-família segue o presidente-ilação: querem manter uma pinguela até 2018, o resto que se exploda !