Temporal causa alagamentos e estragos

A tempestade que se abateu sobre Curitiba na tarde desta quinta-feira (21) causou muito prejuízo e destruição. Na avenida Iguaçu, uma árvore gigante caiu sobre veículos estacionados. Pelo menos seis carros foram atingidos, mas não há informação sobre feridos.

Outras ruas do Centro e bairros foram afetadas por inundações pontuais. O trânsito ficou caótico.

As regiões mais afetadas foram o Centro e bairros do Leste e Sul da cidade, como mostra o vídeo com imagens de uma rua do bairro do Uberaba. O prédio da Universidade Católica, no Prado Velho, foi invadido pelas águas. O auditório, onde seria realizada cerimônia de formatura de alunos de Psicologia, foi tomado pela enchente. O trânsito nas ruas centrais virou o caos, com interrupção de vias e danos no asfalto.

Cerca de 200 pessoas, entre guardas municipais, técnicos das administrações regionais, agentes do meio ambiente, da FAS e da Defesa Civil municipal, trabalham nesta quinta-feira (21/2) para atender as ocorrências das fortes chuvas que caíram em Curitiba.

Segundo o Simepar, entre 15 e 17 horas choveu 118,4 mm, o equivalente a 80,5% dos 147 mm esperados para o mês inteiro.

Foram registrados pelo menos 14 pontos de alagamentos nas ruas; 14 quedas de árvores;  13 unidades da rede municipal de ensino tiveram alagamento. O abrigo da FAS no Centro e no Parolin foi alagado e as pessoas foram transferidas para o Centro Pop do Sítio Cercado.

As equipes continuam de prontidão. Também prossegue o rescaldo da chuva até que as ocorrências estejam normalizadas. Não há registro de feridos, desabrigados nem desalojados até agora.

 

2019-02-22T08:03:18-03:00 21 fevereiro - 2019 - 18:35|Brasil, Paraná, Política|5 Comentários


5 Comentários

  1. Zangado 21 de fevereiro de 2019 em 20:24 - Responder

    O prefeito está cansado de dizer “não joguem bitucas no chão” elas vão entupir as galerias, será que não entendem o problemas das enchentes em Curitiba?

  2. Parreiras Rodrigues 22 de fevereiro de 2019 em 09:07 - Responder

    O prefeito está certo: A bituca que você jogou na calçada, vai se juntar a milhares de outras, seu burro. E, pelo caminhou, se reúne a garrafas pet, papeizinhos de sonho de valsa, palitos de sorvete, embrulho de sanduíches, por ai. Não só de sofás e cascos de geladeiras se faz uma enchente.

  3. Leitora 22 de fevereiro de 2019 em 09:38 - Responder

    Sinceramente, 114 mm , isso implica dizer que em volume choveu 114 litros em um metro quadrado. Saber esse dado é mais que curiosidade, é para o município calcular a demanda de drenagem!!!

    O reboucas tem passado por isso constantemente. Ao invés da calha do Belém receber das galerias, ele inverte e ocupa as galerias, extravasando água por tudo que buraco que consegue mandar água

    Eu penso que o jornal deve entrevistar o dpto de infraestrutura da prefeitura, para ele explicar pq bem ali no Colorado somos inundados todo verão, sai foto bonita e relatório de sofrimento e prejuízo e parece que tudo que se sabe fazer e limpar a calha …
    Também é útil entrevistar um bom profissional de direito, para ele orientar os mecanismos de responsabilização

    Se pago iptu , o município tem deveres comigo. Uma obra de drenagem por exemplo, uma praca limpa, uma creche etc ectc . Se pago IPVA, seguro, licenciamento, meu carro tem direito a uma via segura.

    Como deve proceder o proprietário do veículo que saiu boiando na Eng reboucas? Ele estacionou, pagou estar, está com seus deveres em dia e paga o salário do Eng civil da prefeitura, que esperamos, tenha alguma noção de hidrologia e é o responsável por salvaguardar o município de enchente

    A prefeitura que pare de dar desculpa pq o tempo de recorrência é conhecido: um verão sim, o outro também!

  4. Leitora 22 de fevereiro de 2019 em 17:30 - Responder

    Parreira olha a educação. Xingar leitor com opinião diferente da sua se pratica na Gazeta do povo e na tribuna.

    A impermeabilização , a calha estreita e o volume concentrado foram muito mais relevantes.

    Llixo atrapalha mas vc há de reconhecer que vc não viu milhares de bitucas e garrafas boiando na PUC, que e o que veríamos se fosse entupimento por lixo.

    E nem que a população fosse formada por um bando de porquinho, o Greca teria de limpar pois ele seria o prefeito do Chiqueiro

  5. Anthero Bialoviski 22 de fevereiro de 2019 em 17:38 - Responder

    Por favor, a chuva q cai nesse período em Curitiba tem mais precisão q relógio suíço. Idiotas e bitucas também são precisos…O q posso falar do Planejamento, da Gestão? Eu sei, devemos aprender a não eleger políticos de carreira.

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