O Conselho da Comunidade da Região Metropolitana de Curitiba denunciou nesta sexta-feira (3) que a Delegacia de Piraquara é “um exemplo do desleixo com que o estado administra o sistema penitenciário”. Como a maioria dos distritos policiais do Paraná, a unidade está com a carceragem superlotada: possui 4 vagas, mas está com 58 presos.
Para piorar a situação, diz o Conselho, o local abriga presos que necessitam cuidados médicos e psiquiátricos. Aguardando transferência para o Complexo Médico Penal (CMP), os detidos vivem em meio de fezes e são flagrados tomando urina. O Complexo Médico Penal está com falta de profissionais de saúde para o atendimento, o hospital penal ainda está desativado e a unidade está com 228 presos acima da sua capacidade (599).
Em visita realizada pelo Conselho foi constatado outro problema grave – a presença de mulheres presas na carceragem, em cela improvisada ao lado da dos homens. Apenas grades separam os dois grupos. O Depen pretende transferir todas as mulheres detidas provisoriamente em delegacias da RMC para o distrito de Rio Branco do Sul, o que ainda não tem data para ocorrer.
“O que vimos em Piraquara é um absurdo total. Aquelas pessoas estão em situação desumana. Convivem com sujeira, ratos e baratas. O Estado é o tutor e simplesmente não oferece condições dignas. Por lei, as mulheres não poderiam estar em celas separadas dos homens apenas por grades. Se já estão sentenciadas, deveriam ir para o sistema”, afirma Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho da Comunidade da RMC.
“A superlotação do sistema faz com que o CMP não tenha condições de receber presos com necessidades especiais como os que vimos em Piraquara. Falta uma política de Estado para resolver o caos no sistema penitenciário paranaense. Infelizmente, não vemos o governo demonstrar preocupação em achar soluções definitivas para resolver a situação, apenas medidas paliativas”, ressalva Isabel Mendes.
Em fevereiro, por causa da superlotação houve uma tentativa de fuga na Delegacia de Piraquara, mas a polícia conseguiu evitar que os presos escapassem.
Ricardo Medeiros
41 99603-9173
Assessoria de comunicação
Conselho da Comunidade da RMC

Entendo que os presos devem trabalhar e estudar e entre as atribuições, manter as celas limpas.
E ela foi eleita senadora ? cangalha vão pra venezuela comer cachorro
“A revista Época, esta semana, em reportagem de Juliana Dal Piva, assinala a passagem, hoje, dos 150 dias do aparecimento público do “Caso Queiroz”, com as movimentações milionárias na conta do “faz-tudo” Fabrício Queiroz, inclusive os cheques depositados na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Tempo que, segundo a Folha, eleva-se para quase 500 dias da data em que o relatório sobre o giro de uma dinheirama na Assembléia Legislativa, onde o gajo era assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro, o Filho o1 do presidente.
Tempo mais que suficiente para atestar a desídia com que se trata a questão. Só agora, como anuncia a coluna de Lauro Jardim, em O Globo, o Ministério Público pedirá a quebra do sigilo brancário de Queiroz e de seu chefe na Alerj, Flávio.
Mas tempo insuficiente para outras providências, como a de ouvir pessoalmente o ex-PM, que até agora só mandou seus advogados responderem vagamente a um questionário dos promotores. Tão vagamente que diz que a “bufunfa” se destinava a pagar funcionários “informais” do gabinete, que sequer enumera e muito menos identifica.
Quase tão distante é o passado em que Flávio Bolsonaro prometeu a tal “história plausível” que Queiroz contaria sobre o dinheiro, antes de ir ao Supremo pedir que se descesse uma cortina de silêncio sobre o caso.
Depois da entrevista amestrada, onde disse que “fazia rolos” com compra e venda de veículos, o trambiqueiro desapareceu. O que, depois de tantos dias, quer dizer apenas que não o procuram.
Juliana traz uma informação nova: a de que ele esteve metido no caso de uma extorsão a um ex-presidiário, ao qual teria exigido R$ 20 mil para não fazer uma prisão por tráfico de drogas, forjada. O acusado não só teve sua absolvição pedida pelo Ministério Público como Queiroz e seu parceiro na empreitada, Jorge Marcelo da Paixão (hoje, morto) foram mandados ser investigados pela Justiça Militar.
Estamos, como se sabe, no país da Lava Jato, do combate implacável à corrupção e da “nova política”. Aquele onde “a lei é para todos”, onde o superministro da Justiça é de fazer inveja a Elliot Ness.
Essa laranja não está madura, já está podre. Mas todos tem pavor do marimbondo que está no pé.”
isso, antes da dilma não tinha nada disso, vai lá fazer acampamento, ou vai pra venezuela que vc fica feliz
Voce estudou pra falar esta besteira ou surgiu espontaneamente? Leva teu filho lá e ve se ele guenta ficar. Se ele gostar, fica junto pois pelo tipo de cmentário fez por merecer.
Não era só tirar a Dilma?
não vai ter lula livre lá ?