O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) tem 34% das intenções de voto para o Senado pelo Paraná, de acordo com levantamento eleitoral da Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (17). O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) tem 29,6%, Gleisi Hoffmann (PT), 28,1%, e Filipe Barros (PL), 26%. Na eleição deste ano, os paranaenses votam em dois candidatos ao Senado.
Na pesquisa estimulada, em que os nomes são apresentados aos entrevistados, Cristina Graeml (PSD) registra 17,2%, Dr. Rosinha (PT) tem 12,3%, Joaquim do MLB, 1,5%, Karen Guerreiro, 1,2%, e Marcelo Marcelino, 0,8%. Os que disseram que votariam em nenhum candidato, em branco ou anulariam o voto são 7,8%, enquanto 5,9% não souberam ou não opinaram. Cada entrevistado podia indicar até dois candidatos.
A sondagem foi realizada pelo Paraná Pesquisas com 1.520 eleitores de 65 municípios, entrevistados presencialmente de 13 a 16 de agosto de 2026. A margem de erro estimada é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais, com grau de confiança de 95%. A pesquisa de agosto está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-09048/2026.
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistadores não apresentam nomes aos eleitores, Deltan Dallagnol é citado por 6,6%. Gleisi Hoffmann tem 4,1%, Filipe Barros, 2,7%, e Alexandre Curi, 2,6%. Cristina Graeml é citada por 1%, Alvaro Dias por 0,7% e Dr. Rosinha por 0,5%. Outros nomes somam 0,6%. A maior parcela, 78,6%, não soube ou não opinou, enquanto 5,3% responderam ninguém, branco ou nulo.
Rejeição
Gleisi Hoffmann registra a maior rejeição entre os candidatos ao Senado no levantamento de agosto. Segundo o Paraná Pesquisas, 42,2% dos entrevistados disseram que não votariam nela. Deltan Dallagnol aparece com 13%, seguido por Dr. Rosinha, com 12,1%.
Alexandre Curi tem rejeição de 8,5%, Filipe Barros, 7,4%, Cristina Graeml, 6,7%, Joaquim do MLB, 4,8%, Karen Guerreiro, 4,7%, e Marcelo Marcelino, 3,9%. Outros 15,5% não souberam ou não opinaram, enquanto 7,4% disseram que poderiam votar em todos. Nessa pergunta, cada entrevistado podia citar mais de um candidato.
