(por Ruth Bolognese) – É surpreendente, pela corajosa exposição pública, o relato da ministra da Família, Damares Alves, sobre os estupros que sofreu na infância, num quarto ao lado dos pais e por dois pastores. E oportuno, diante do escandaloso caso do médium mais famoso do Brasil, João de Deus.
Ao relatar os abusos, a ministra coloca o dedo na própria ferida e dá exemplo de força e coragem a outras mulheres na mesma situação. Merece todo apoio e solidariedade do País inteiro.
Mas o sofrimento passado, e suas sequelas no presente, não devem ser usados como passaporte para o trabalho dela como funcionária pública de primeiro escalão do Governo. E nem justifica as bobagens que vem falando – “vamos chamar meninas de princesas e meninos de príncipe”. Ou sugerir uma espécie de “bolsa-aborto” para grávidas pobres, ou que sofreram violência sexual, se decidirem prosseguir com a gravidez indesejada.
A pré-ministra Damares Alves percorre um caminho delicado ao expor a violência que sofreu na infância como pano de fundo de sua atuação ministerial.

Intolerância!!! Ninguém se preocupa em punir os estupradores… Uma sociedade insensível, impulsionada por blogs e jornalistas mais preocupados com o viés ideológico do que com a dura realidade.
Com todo o respeito, me reservo o direito de não acreditar em nada que esta Sra diz. Inclusive ter visto Jesus no pau de goiaba. e agora este estupro convenientemente lembrado.
Para mim Isso tem , mais de mitomania que verdade.
Acredito piamente que quem passa de verdade por uma experiencia desta , melhora enquanto ser humano pois e preciso muita força pra superar isso.
Não me parece o caso da Ministra, que faz da mentira, como o tal do Kit Gay, que so existiu na cabeça dela, uma profissão de fé.
Em vez de ganhar um Ministério, ou propor uma Bolsa financeira deveria chamar os Psicologos, Assistentes Sociais…
Despreparo e falta de bom senso.