Até 2024 a usina de Itaipu deverá terá feito uma economia de aproximadamente R$ 7 milhões com o enxugamento do escritório de Curitiba e, por consequência, a transferência de quase 150 empregados da capital paranaense para Foz do Iguaçu.

Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (30) pela secretária executiva da Diretoria-Geral Brasileira, Rosimeri Fauth Ramadas Martins, aos diretores brasileiros da Itaipu, durante reunião de Diretoria. Rosimeri é a coordenadora do plano de migração, que prevê, entre outras medidas, o estudo de realocação de atividades da Responsabilidade Social, Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis.
Itaipu manterá em Curitiba apenas uma unidade de representação, a exemplo do que ocorre em Brasília (DF).

Mesmo com o impacto inicial de 13% na folha para os empregados transferidos a Foz, previstos como adicional de fronteira, já no primeiro ano da transferência Itaipu fará uma economia de R$ 500 mil. No segundo ano, em 2021, a economia acumulada subirá para 2,5 milhões. Em 2022, esse valor irá para R$ 4,2 milhões; em 2023, salta para R$ 5,7 milhões; e, em 2024, a economia acumulada em todos esses anos chegará a R$ 7 milhões.

De acordo com o plano de migração, as atividades de sombreamento e duplicidade, isto é, que existem em Foz do Iguaçu e em Curitiba, serão revistas, para otimizar estruturas e processos e propiciar melhor aproveitamento das equipes. Os empregados atualmente lotados em Curitiba e suas respectivas funções deverão ser realocados em Foz do Iguaçu, preferencialmente, pela diretoria de origem.

A migração começa em julho e será concluída em 31 de janeiro de 2020. Ela poderá ser gradual, atendendo às necessidades dos empregados, mas sempre condicionada à preservação dos processos e atividades, tendo em vista o interesse empresarial.