As investigações da Polícia Federal que apuram a suspeita de que o deputado federal paranaense Sergio de Souza (MDB) recebeu propinas para proteger grupo que fraudava fundos de pensão, atingem também o ex-diretor-geral de Itaipu, Marcos Stamm. Seus endereços foram alvo de buscas e apreensão e seu nome foi incluído entre os pedidos da Polícia Federal para prisão temporária. O ministro do STF, Celso de Mello, negou.
A PF deflagrou nesta manhã de segunda-feira (21) a Operação Grand Bazaar, que teve como alvo principal o parlamentar paranaense, citado pelo delator Lucio Funaro como beneficiário de repasses feitos pelos presidentes dos fundos Postalis e Petros para que não fossem convocados pela CPI dos Fundos de Pensão. À época (2016-2017) Souza era o relator da comissão.
Outros envolvidos são os seguintes: Arthur Mario Pinheiro Machado, Wagner Pinheiro de Oliveira, Antônio Carlos Conquista, Milton de Oliveira Lyra Filho, Alexandre Siqueira Monteiro, Marcos Joaquim Gonçalves Alves, Luciano Tadau Yamaguti Sato e Patrícia Bittencourt de Almeida Iriarte.
Marcos Stamm esclarece que está colaborando totalmente com as autoridades, tendo prestado depoimento na condição de testemunha, para que a verdade seja restabelecida, reiterando sua confiança na Justiça.

Stamm colocou o Marquinhos no MP em 2011 e ninguém falou nada. Rapaz muito inteigente na vida acadêmica. Assim como os netos de procurador falecido, que conseguiram o mesmo feito, e possuem empresa com padrinho aposentado. Se a prerrogativa de foro não for para o STJ, os procuradores “pintam e bordam”, e nada acontece. Alguém já viu um promotor processar um procuradpr por improbidade administrativa??! Brincadeira essa blindagem. Nem a PF investiga os caras devido à blindagem constitucional. No MPRJ foi o único caso desde a cf/88. Cidadão comum, professor, sofrem..
Há mais! Falta verificar a vida financeira dos Assistentes de Stamm.
Mas e o ex presidente de Itaipu nunca soube de nada? E a ex diretora financeira nunca soube de nada?