O general Eliéser Girão Monteiro Filho, deputado eleito pelo PSL no Rio Grande do Norte, defendeu o impeachment e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) responsáveis pela libertação de políticos acusados de corrupção, como o ex-deputado José Dirceu (PT) e os ex-governadores do Paraná Beto Richa (PSDB) e de Goiás Marconi Perillo (PSDB). Segundo ele, “o impeachment de vários ministros” se insere em um “plano de moralização das instituições da República”.
Já um outro general de Bolsonaro, Peternelli Júnior, eleito deputado por São Paulo, quer o filho do candidato seja eleito presidente da Câmara Fderal. Para ele, não seria um problema. “Família não pode ajudar, mas também não pode atrapalhar.” Peternelli saiu aspirante-a-oficial na turma de 1976, da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), onde foi contemporâneo de Bolsonaro (turma de 1977) e do general Hamilton Mourão (turma de 1975), candidato a vice-presidente na chapa. É amigo do general Eliéser Monteiro Girão.
A decisão de indicar Eduardo Bolsonaro para presidir a Câmara foi fechada em reunião da bancada paulista do PSL – o partido elegeu dez deputados federais no Estado. “Teremos a maior bancada em janeiro e temos o deputado mais bem votado, Eduardo Bolsonaro. Mas quem vai decidir isso será o Jair”, disse o general.

Eles deveriam esperar para “pôr a faixa”, já querem sentar no Planalto antes da posse
alguns ministros tem algo de general sem querer generalizar. mas temos de resgatar a moralidade e os bons costumes estas são as armas para restabelecer a célula mater , família.
“Generais” e seus “postes” imperam no Paraná sob o pretexto de aliviar para criminosos, adolescentes infratores, e pegar pesado com os prefeitos e ex-governadores. Algumas instituições querem até ditar uma política pública antes mesmo de um prefeito assumir. Ou decidem se querem ser políticos ou permanecem apenas como agentes políticos. Impor comportamento pessoal e institucional aos seus próprios agentes “independentes” é ferir a própria democracia.
Planos educacionais de atuação, seleção de integrantes com perfil de submissão, para alinhar a mentalidade dos agentes a um pensamento de esquerda é uma verdadeira ditadura interna. Quem não dá bom exemplo, nacionalmente reconhecido, quer que todos sigam o mal exemplo para não se curvar à regra?!? Isso é coisa de “Coroné”, e não de “generá”. O Brasil quer mudar. O Paraná vai mudar. E os Diários Secretos querem voltar! Chega de apadrinhamento! Auditoria nas contratações dos intocáveis. Jornalismo investigativo nos parentescos e favorecidos aos cargos efetivos e vitalícios. Brasil acima de tudo!
Já começou? Melhor esperar até janeiro.