A diretora do Setor de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Melina Girardi Fachin, que é filha do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, passou a integrar, nesta quarta-feira (15), a campanha para que uma mulher seja indiciada ao cargo de ministra do Supremo.
Após o anúncio da aposentadoria de Luís Roberto Barroso, o STF tem uma vaga a ser preenchida por indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Hoje, apenas uma mulher — a ministra Cármen Lúcia — compõe o grupo de 11 ministros da Suprema Corte.
Melina compartilhou uma série de posts cobrando uma indicação feminina ao Supremo. “O Brasil é feito por mulheres. O STF também precisa ser”, diz uma das publicações.
Inaugurado em 1891, o STF teve apenas três ministras mulheres em sua história:
Ellen Gracie, indicada por Fernando Henrique Cardoso em 2000; Cármen Lúcia, indicada por Lula em 2006; e Rosa Weber, indicada por Dilma em 2011. (Do portal Metrópoles).
