Uma clínica especializada em embalsamento e em cosmética de cadáveres de Curitiba tem alvará de funcionamento onde, na verdade, há cinco anos existe um restaurante. O dono do restaurante nunca soube que “dividia” seu endereço com a empresa de tanatopraxia.
O caso foi levado ao Ministério Público, investiga a razão desta anomalia, e já descobriu que há por trás a atuação de uma suposta “máfia” de funerárias.
O Contraponto teve acesso a documentos de que o Ministério Público está tratando. O assunto vai render.

Será que não tem um Salão Marly junto?
Cuidado com a carne da churras…