Deputado paranaense vai ao STF contra CPMI das Fake News

O deputado federal paranaense Filipe Barros (PSL), vice-lider do partido do presidente Bolsonaro na Câmara dos Deputados,  entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a instalação da CPI mista das Fake News,  determinada na tarde desta quarta-feira (3) pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O pedido de criação da CPI foi apoiado por parlamentares de vários partidos, do PT ao próprio PSL, por motivos diferentes. De acordo com o requerimento, a comissão deve apurar a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018, a prática de cyberbullying sobre os usuários “mais vulneráveis da rede de computadores, bem como sobre agentes públicos”, e o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Para o ddeputado Filipe Barros, a CPMI não tem um objeto “minimamente definido” que permita o controle legal de suas atividades investigatórias. Sem objeto definido, alega o vice-líder do PSL, pode investigar tanto um “cidadão mais ativo nas redes sociais que manifesta suas opiniões e replica outras em tom crítico” aos três poderes, quanto “criminosos que se utilizam do anonimato para fomentar a prática de crimes”.

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