Deputado do Paraná, indicado para comissão de mortos e desaparecidos, elogia a ditadura

O deputado federal paranaense Filipe Barros, escolhido nesta quinta-feira (1.º) pelo presidente Jair Bolsonaro para integrar a Comissão de Mortos e Desaparecidos, comemorou o aniversário do golpe militar de 1964. A comissão tem o objetivo de investigar as vítimas feitas durante o período dos governos militares.

Deputado do Paraná, indicado para comissão de mortos e desaparecidos, elogia a ditaduraEm mensagem compartilhada no último dia 31 de março, quando completaram-se 55 anos da ditadura, o deputado do partido de Bolsonaro escreveu que a data representa “o dia que o Brasil foi salvo da ditadura comunista”. Barros classificou as críticas de que o período deixou mortos e torturados como “revisonismo”.

Barros é um dos vice-líderes do PSL na Câmara dos Deputados e um dos congressistas do partido mais fiéis às pautas do governo Bolsonaro. No dia 25 de junho, ele fez pedido à Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o jornalista americano Glenn Greenwald, editor do site The Intercept.

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