Cida admite voltar atrás na punição ao coronel

A governadora Cida Borghetti poderá chamar o tenente-coronel Edmauro de Oliveira Assunção para um diálogo no Palácio Iguaçu, semana que vem, sobre a decisão de afastá-lo do comando do 1º Batalhão de Polícia Militar de Ponta Grossa após a ação contra manifestantes que obstruíam o trânsito na PR-151, em Castro, na quarta-feira. Ela não gostou o uso de bombas de efeito moral e balas de borracha para a desmobilização dos manifestantes.

Quem está servindo de intermediário para este contato é o secretário estadual de Esportes, João Barbiero. Segundo ele, o que fez Cida tomar a atitude é que ação militar não correspondeu à sua determinação para que não fossem empregados meios violentos para a liberação das estradas, afetadas há mais de dez dias pela greve dos caminhoneiros. As imagens da ação teriam sido analisadas por técnicos, que orientaram a governadora no sentido de que seria desnecessária uma operação nos moldes em que foi realizada.

7 COMENTÁRIOS

  1. Só oq faltava. As técnicas de contenção de conflitos urbanos e garantia da ordem, estudadas incansavelmente nas acadenias militares por séculos, estarem sob o questionamento “técnico” da Sr. Governadora.
    Quem sabe ela possa participar na próxima vez, orientando qual ação seria a mais adequada à Tropa no momento da decisão e diante das circunstâncias.
    A Tropa ficará feliz em aprender com a Governadora.
    Porém, se esta decisão em punir o Comandante foi pautada na sem o respeito à legalidade ou de forma abusiva, do ponto da Probidade Administrativa, a Governadora deve ser responsabilizada. As associações que estudem a possibilidade técnico-juridica de representar ao MP, caso haja fundamento.

  2. A Sula Miranda sentiu que fez merda e se queimou geral como m a Polícia e com a comunidade de Ponta Grossa eta tentando emendar. Esse foi apenas o primeiro furo , vem mais por ahi

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