O presidente da AMAI (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas), coronel Elizeu Furquim considerou “a atitude da governadora foi abusiva” de destituir do comando do Batalhão da Polícia Militar de Ponta Grossa o tenente-coronel Edmauro Assunção, acusado de ter permitido o uso de meios violentos (bombas de gás e balas de borracha) para dispersar um grupo de manifestantes que impedia o tráfego na PR-151.
Em nota, a AMAI destaca que “as ações do pelotão de Choque, de disparar bombas de efeito moral e tiros de bala de borracha para dispersar o protesto, seguiram as normas de segurança e só foram tomadas depois de duas horas sem sucesso nas negociações”. A entidade espera que o coronel Edmauro seja reconduzido à função.
AMAI questiona destituição de comandante da PM de Ponta Grossa
A diretoria da AMAI – Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas – considerou precipitada a destituição do comandante do Batalhão da Polícia Militar de Ponta Grossa, o tenente-coronel Edmauro Assunção. A destituição foi anunciada na última quarta-feira, 30 de maio, pela governadora Cida Borghetti, que considerou extremada a atitude dos policiais durante a operação de desmobilização de manifestantes que impediam o trânsito de caminhões na rodovia PR-151, na região de Castro, nos Campos Gerais.
De acordo com o presidente da AMAI, coronel Elizeu Furquim, que já foi comandante do 1° BPM em Ponta Grossa, a atitude da governadora foi abusiva. O coronel destaca que os policiais, sob o comando do tenente-coronel Edmauro Assunção , agiram de acordo com todas as normas regulamentares, sem pproduzir violência e em todos os momentos buscando a conciliação. Nenhum manifestante foi ferido, enquanto dois policiais tiveram ferimentos provocados durante o confronto. As ações do pelotão de Choque, de disparar bombas de efeito moral e tiros de bala de borracha para dispersar o protesto, seguiram as normas de segurança e só foram tomadas depois de duas horas sem sucesso nas negociações.
Em nenhum momento as orientações da governadora Cida Borghetti foram desrespeitadas, segundo observou Furquim, que assistiu aos vídeos do confronto divulgados nas redes sociais.
A AMAI espera que a governadora reveja a anunciada destituição e reconduza o tenente-coronel Edmauro Assunção ao posto de comandante do Batalhão. A destituição também já foi criticada por outras entidades e autoridades ligadas à PMPR, como o coronel da reserva Sérgio Malucelli, atualmente presidente da Fetranspar (Federação das Transportadoras do Paraná), além da Assofepar (Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná) e do ex-comandante da PMPR, coronel Miguel Arcanjo Capriotti, entre outros.

Muito importante a opinião do Cel. Furquim. Um homem inteligente que sabe o que fala.
Isso só acontece porque a cúpula da PM tem o rabo preso. A CORONEL Audilene indicada pela Cida pra fazer propaganda da primeira mulher comandante da pm. Incompetente. O Irmão da Comandante o Coronel Arildo apadrinhado do Rossoni. Já deveria ter ido pra casa há dois anos mas foi reconvocado. Outro incompetente, que esse sim mandou descer o pau nos professores no 29 de abril. Taí dona Cida. Demita esse povo incompetente e apadrinhado por gente que sabe trabalhar, gente que é operacional e sabe o que é serviço de rua. Chega de puxa saco mandando em quem realmente trabalha.
Antônio Carlos vc está. Certíssimo…