(por Ruth Bolognese) – Já se produziram milhares de análises sobre o uso de celulares nos presídios brasileiros, o engodo das pesquisas eleitorais compradas e, mais recentemente, sobre as fake news.
Apesar da perplexidade nacional sobre a não solução de crimes tão óbvios e xexelentos, eles já se tornaram parte da cultura, como a feijoada, as baianas e o bumba meu boi.
A greve dos caminhoneiros, vitoriosa pela ação do WhatsApp, incrementou as fake news sobre golpes, contragolpes e o escambau. Praticamente impossível de prevenir algo assim.
E se o bandido preso consegue falar mais tempo ao celular sem cair do que aqui fora, e as pesquisas falsas se espalham a torto e a direito, as próximas eleições vão acabar elegendo o bumbum mais bonito das fake news.
Esperem pra ver.
