Bolsonaro tem alta, volta a Brasília e fala em nova cloroquina

COMPARTILHE:
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Depois de receber alta do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, o presidente  Jair Bolsonaro deixou na manhã deste domingo (18) a unidade de saúde. Ele falou com a imprensa na saída. E estava sem máscara.

A partir de agora, o chefe do Executivo nacional vai seguir tratamento ambulatorial, segundo nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação (Secom),. “Espero, em 10 dias, estar comendo um churrasquinho de costela”, brincou, ao sair do hospital.

Segundo a nota, o presidente será acompanhado por uma equipe médica assistente. Bolsonaro regressa a Brasília e deve seguir diretamente para a residência oficial, o Palácio da Alvorada.

De acordo com o cirurgião Antônio Luiz Macedo, que acompanha o presidente desde o episódio da facada em 2018, Bolsonaro terá de seguir dieta balanceada e rotina de exercícios para evitar novo quadro de oclusão no aparelho digestivo.

O presidente disse que dificilmente seguirá a dieta. “Eu não sou exemplo para ninguém”, ressaltou Bolsonaro.

Despachos –  “Eu vou estar na Presidência amanhã (segunda). Vou estar direto. Me alinho melhor. Essa semana estava reservada pra mim como mais light, porque a gente não tem férias, mas eu vou continuar despachando. Mais que despachar, eu vou conversar com ministros”, afirmou.

O presidente já anunciou um dos primeiros compromissos nesta segunda. Vai se reunir com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para tratar de novo remédio sem eficácia comprovada no tratamento da Covid, que seria uma espécie de “nova cloroquina”.  “Tive acesso a estudos do CDC, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, sobre a proxalutamina”, disse o presidente. O estudo será apresentado a Queiroga.

“[A proxalutamina] já existe no mercado, ainda sem forma legal e comprovação científica, mas tem curado pessoas com Covid”, destacou. “Vamos fazer um estudo disso aí e apresentar. Nós temos que tentar, como já sempre disse. Na guerra do Pacífico, não tinha sangue para os soldados, e resolveram botar água de coco e deu certo”, acrescentou.(Do Metrópoles).

 

Deixe uma resposta