(por Ruth Bolognese) – O desrespeito com a memória nacional praticado por Jair Bolsonaro sobre o calvário do jornalista Wladimir Herzog no DOI-Codi ultrapassa qualquer limite de indigência mental. Se, como ex-militar, ele renega a tortura e morte de Herzog, deveria ao menos ficar calado.
Afirmar que “suicídio acontece, a pessoa pratica” referindo-se ao crime mais emblemático da ditadura, é um acinte à família Herzog, ao povo brasileiro e à nossa história.
Por estas manifestações públicas é que vai se conhecendo o pensamento desse aloprado que se julga capaz de ser presidente do Brasil.

Vivemos momentos condenáveis nos anos 60/80. Sem dúvida alguma. Uma quadrilha que assaltou a casa de um ex-governador, matou inocentes só pra deixarem sua marca de suposto movimento ativo e perigoso. Era perigoso mesmo, acabaram mais tarde, pós contenção pelos militares (deveriam tê-los contidos pela eternidade), praticado o MAIOR ROUBO DA HISTÓRIA MODERNA. Mas essa história não interessa á quem defende ou simpatiza-se á seita.
E ainda teve o episódio em que empresários (falidos? Só pode ser) aplaudiram essa figura na sabatina da CNI nessa semana. Sinal de que teremos turbulencias pela frente, seja quem for o vencedor das eleições. Se é que as eleições vão ocorrer mesmo.
Essa é mais uma armação contra o Bolsonaro. Ele não disse isso do jeito que os detratores dele gostariam que ele dissesse. As chances dele vir a ser presidente independe da vontade dos jornalistas simpatizantes com outras tendências
As pessoas responsáveis pelo odioso golpe contra a democracia deviam fazer uma reflexão e pedir desculpas ao povo brasileiro, quando falo em pessoas me refiro aos políticos que tem culpa por brigarem e ocuparem um espaço que a população não lhes ofereceu, mas principalmente a um JUDICIÁRIO parcial que deixou de fazer justiça e vestiu a camisa dos golpistas e levou o Brasil na situação que se encontra, ou seja exatamente quem teria a obrigação de ter a exata compreensão do que estava acontecendo no BRASIL, são os primeiros a alimentar a desorganização geral, chegando ao ponto máximo do holocausto que hoje esta se apresentando, onde um lunático de um naipe de um Bolsonaro, que chega a quase 20 % de apoio popular de um povo que esta confuso e odiando a politica, querendo apostar as suas últimas fichas em um jogo que sempre estão perdendo em um desmiolado desses, que pode jogar de vez o país em um precipício muito fundo onde podemos não voltar mais.
A esquerda vive de carregar os corpos das vítimas como forma de fazer política , O caso Herzog foi uma das varias tragedias que aconteceram nesse período que esperamos não retorne, apesar do esforço da esquerda em lembrar umas vítimas e não outras, afinal aluna mortos são mais importantes que outros.
Quem carrega corpo é funerária.
O que se faz no Brasil eternamente é tentar não deixar estas pessoas serem assassinadas mais uma vez.
E a população supostamente esclarecida quer mesmo é que se coloque os assassinatos de Estado na mesma prateleira dos assassinatos que a PM e a Civil praticam no dia-a-dia.
Tem que por em cana quem matou quem estava sob a custodia do Estado. E não fazer isso é manter livre quem matou.
Basta olhar pro Chile e Argentina pra entender como isso faz bem para as sociedades.
Uma Dilma de calças. Pior, de farda.
Tem com se discutir o futuro nas eleições ou não?
Vindo de quem vem, esperar o que? Um sonoro relincho.
D Ruth na minha adolescencia li a noticia da morte do Herzog , com foto e tudo no antigo JB. Mesmo sendo novo estranhei aquilo.
Hoje se sabe que ele , ´o Stuart Angel,sua mãe a Zuzu Angel e tantos outros foram assassinados com a anuência do Governo .
Sobre o que o capitão terror grunhe o ContraPonto devia , e a D Ruth também, pedir a tradução e interpretação pra galera do Ahu e pra bancada do Parana na Câmara dos Deputados e pro senador submarino que foram as mãos que derrubaran um governo legitimo pra colocar um de fascinoras de todos os calibres, coisa que nunca havia acontecido em escala industrial como agora.
O resto é cinismo e aquele clássico, “não tenho nada com isso” que tanto ouço e leio no Parana e no Brasil