“Eu leio dos sinais”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, sobre a certeza de que sua mulher, a vice-governadora Cida Borghetti, contará com o apoio do governador Beto Richa para sucedê-lo no governo do estado.
Em entrevista ao jornalista José Wille, na Band TV, Barros mostrou otimismo quanto ao êxito da empreitada de Cida e revelou as razões pelas quais tem certeza de que Beto Richa a apoiará na empreitada para ocupar seu lugar.
Os sinais de que o ministro fala são a relação de confiança que une Beto Richa a Cida Borghetti, além da presença constante e recíproca do PP e do PSDB em eventos dos dois partidos. Citou exemplos: quando o PSDB realizou sua convenção, ele e Cida estiveram presentes; Ratinho não compareceu. Quando Ratinho presidiu a convenção de seu partido, o PSD, Beto não compareceu.
São indicativo, na visão de Barros, da permanência da parceria política que vem desde os tempos em que Beto foi candidato (derrotado) a governador pela primeira vez, em 2002, e nas duas eleições vitoriosas para prefeito de Curitiba e para governador. A parceria deve permanecer em 2018, diz ele.
