No Paraná, 2018 começa igual a 2017

Quando se trata de sucessão estadual, 2018 começa exatamente do mesmo jeito com que terminou 2017: mantêm-se colocadas as mesmas principais candidaturas que, aliás, já eram previstas pelo menos desde 2016. Nenhuma mudança, nenhum nome novo além dos três já auto-declarados postulantes ao Palácio Iguaçu – o deputado Ratinho Jr. (PSD), a vice-governadora Cida Borghetti (PP) e o ex-senador Osmar Dias (PDT).

Afora este trio, o eleitorado paranaense poderá eventualmente optar por um candidato do PT, provavelmente o ex-deputado Dr. Rosinha, e com certeza mais um ou dois representantes de partidos nanicos de esquerda.

Como dúvida, subsiste uma improvável – mas não descartada – candidatura ao governo do senador Roberto Requião (PMDB), que mostra alguma ansiedade em somar ao seu eleitorado fiel os votos órfãos das correntes lulopetistas. Sua postura no âmbito nacional em defesa dos governos Lula e Dilma e das mesmas teses e programas que marcaram suas presidências credenciam-no, no âmbito estadual, a chefiar uma aliança com o PT. Contaria certamente com o estímulo da senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional petista interessada em se eleger deputada federal e em ampliar as bancadas da legenda na Câmara e no Senado.

A dúvida quanto ao sucesso da empreitada de conquistar seu quarta mandato de governador deve, no entanto, levar Requião a optar pela mais segura disputa à reeleição ao Senado.

E, então, o rio seguirá seu curso sem muitas surpresas para a trinca Osmar, Cida e Ratinho, que passam a se preocupar tão somente em buscar aliados.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Teremos muitas novidades nas eleições de 2018, uma renovação de 60% na Câmara Federal, de 70% na ALEP dois nomes que ninguém acreditava para senado e para o governo talvez o Osmar talvez um nome que ninguém espera, mas tanto Cida como Ratinho como Beto vão ter a carreira encerrada em 2018, podem me cobrar dia 07/10/2018

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