Sob pressão do Poder Judiciário e do Ministério Público, a Assembleia Legislativa do Paraná recuou e desistiu na tarde desta terça-feira de estender aos servidores desses poderes e do Tribunal de Contas (TCE), o parcelamento até 2022 do reajuste salarial proposto pelo governo para os funcionários do Executivo. Com isso, os deputados devem votar, nos próximos dias, a reposição integral de 4,94% relativa à inflação de maio de 2018 a abril de 2019, retroativa a maio deste ano para os servidores do Tribunal de Justiça, MP e Tribunal de Contas, mantendo os projetos originais encaminhados à Casa por esses poderes.
Já para os servidores do Executivo, os parlamentares devem manter a proposta do governo de reajuste de 5,08% parcelado até 2022, com o pagamento de 2% em janeiro do ano que vem, 1,5% em janeiro de 2021 e mais 1,5% em janeiro de 2022.
Após uma série de reuniões com integrantes da cúpula do TJ e do Ministério Público e com servidores desses órgãos, o presidente do Legislativo, deputado Ademar Traiano, mudou de discurso e admitiu que a Casa deve manter os projetos originais desses poderes, com reajuste integral e pagamento retroativo a maio, restringindo o parcelamento apenas aos servidores do Executivo. O argumento é de que os recursos para a reposição já estão previstos nos orçamentos do Judiciário, MP e TCE, que têm autonomia financeira. “Os poderes estão procurando a Casa para poder aplicar a reposição normal porque entendem que eles têm já provisionado os recursos financeiros. Ontem nos procuraram para uma reunião, inclusive comunicaram ao governo sobre esse desejo”, disse Traiano. (Do portal Bem Paraná).

Passaram a perna na APP Sindicato e no Forum dos Servidores.
Mentira, o orçamento é único e os repasses vão ocorrendo do Poder Executivo, aos demais poderes no decorrer do ano. O do Poder Executivo também foi votado ano passado e tinha à frente o atual governador que justificou a possibilidade do aumento.
Todos da velha guarda…
Bando de covardes
Será que tem alguém com “rabo preso” na ALEP?