(por Ruth Bolognese) – Bem que merecia um estudo aprofundado o papel das filhas na política brasileira. Temos as filhas de militares, solteiras por convicção, pensão e sem reclamação. Estas são muitas e se espalham pelo país todo.
E temos as filhas bem conhecidas, como a Roseana, a filha do eterno Sarney, depositária das esperanças da família que está há 50 anos no poder e quer voltar.
Nos últimos meses convivemos com a filha de ninguém mais ninguém menos do que do ex-deputado Roberto Jefferson. Denominada Cristiane Brasil foi recusada como ministra do Trabalho do governo Temer, que dispensa qualquer adjetivo qualitativo.
E agora surge como candidata a deputada federal por Brasília, Danielle, a filha do ex-deputado Eduardo Cunha, preso no Centro Médico de Pinhais , nas proximidades de Curitiba.
A candidata já anunciou que quer se eleger para “manter e defender o legado político do pai”.
Onde é que estamos minha Nossa Senhora da Aparecida?

Danielle, a filha do ex-deputado Eduardo Cunha (dispensa apresentações) quer ser deputada pelo DF para “manter e defender o legado político do pai”. É mole ou quer mais? Será que vai bancar a campanha com a grana enrustida na Suíça que o Sérgio Moro liberou?