O único aparelho de ressonância magnética do Hospital de Clínicas quebrou. O que fazer se o hospital não tem caixa e se o governo federal (responsável pela instituição) não repassar a verba necessária para o conserto, avaliado em R$ 300 mil?
Problema resolvido: a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas providenciou imediatamente o recurso, o que permitiu ao HC a contratação urgente do serviço de reparo do equipamento, que deve voltar a funcionar em um mês.
Não fosse isto, seriam meses de espera. E milhares de pacientes prejudicados.
