Trabalhadores da Renault mantém greve; deputado cobra cumprimento de lei

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Operários da montadora Renault, de São José dos Pinhais, decidiram na tarde desta segunda-feira (27), em  assembleia, manter a greve iniciada na última terça (21). Eles querem que a empresa reverta a demissão de 747 trabalhadores. anunciada ha uma semana pela empresa. “Nós queremos o diálogo para a manutenção de empregos. O sindicato quer diálogo com bom senso, enquanto a Renault faz diálogo com imposição. Até agora, a empresa não abriu diálogo, então a categoria continua parada”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), Sérgio Butka.

A entidade sindical também trabalha para que o governo do Paaná cobre o cumprimento do acordo que dá incentivos fiscais à montadora. “O governo deu incentivos fiscais para que essa e outras 50 empresas gerassem empregos aqui no Paraná. Se não está gerando e demitindo, deve perder esses incentivos, que são pagos por todos os paranaenses”, defende Butka.

 Deputado cobra – O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB) enviou expediente ao secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Junior, arguindo se a Reunalt está cumprindo com a lei dos incentivos fiscais do Paraná. A montadora demitiu 747 trabalhadores da unidade de São José dos Pinhais, o que segundo Romanelli, está em desacordo com a lei 15.426 de janeiro de 2007. “O Paraná recebeu de forma muito acolhedora uma das principais indústrias automobilísticas do país. A Renault continua bem vinda, o que não é aceito é a demissão em massa de 747 trabalhadores”, disse o deputado.

Romanelli e o presidente do sindicato dos metalúrgicos, Sérgio Butka, foram recebidos nesta segunda-feira pelo governador Ratinho Junior que, segundo o deputado, “está muito empenhado na manutenção dos empregos dos paranaenses”. O governador é autor, durante seu mandato no legislativo, da lei 15.427. Na prática, disse Romanelli, o Paraná trocou impostos por empregos para incentivar indústrias e qualquer outro tipo de atividade no estado, “Não é aceitável (as demissões) no momento que estamos vivendo”. (Bem Paraná e assessoria).

1 comentário em “Trabalhadores da Renault mantém greve; deputado cobra cumprimento de lei”

  1. Paraná reduzido

    Quem é da eng mecânica sabe, nunca antes na história do Paraná uma indústria e o si ndicato foram tão desastrados

    Ambos, empresa e sindicato, trataram o trabalhador como rebanho

    Muitos funcionários estão em situação de vulnerabilidade emocional, mental e física

    Todos rhs das outras indústrias comentam sobre esse caso, ninguém quer ser comparado a essa empresa e nenhum gestor quer ter proximidade com esse desastre da falta de responsabilidade, no sentido mais amplo dessa palavra

    Lá em Paris tem um prédio, onde foi necessário até realizar uma obra para conter, impedir, minimizar o acesso aos funcionários e ou ex funcionários, que deram fim à sua vida após desastrosas demissões

    Talvez a economia da demissão dos 747 devesse ser obtida, já q era fundamental demitir, por meio de uma. Escolha mais refinada, uma comida de girafa, aquela que come os galhos mais altos, pq até uma. Dona de casa é competente pra averiguar que uma empresa se instalou em. 98 com um mil incentivos públicos, em área ambiental de recarga de aquífero, que começou pqna nas vendas, se tornou querudinha dos brasileiros e uma das marcas favoritas do Brasil, líder nas vendas, etc etc enfim, com todos os adjetivos conseguidos pelo esforço dos funcionários e da ex boa gestão… Como uma marca assim pensa tão pqno e demite o 3 turno… Essa é a primeira coisa que se faz… Mas não se ousou nas alternativas, a atual gestão se fixou no mercado atual e na otima oportunidade de fazer uma limpa.

    O min público tem que ficar em. Cima. Mesmo pra averiguar se a empresa se comprometeu com recursos do estado e de não demitir, se a empresa exauriu mesmo as ofertas aos colaboradores, os quais claro, tem sempre uma meia dúzia que está pouco se lascando se os operadores serão mandados embora, se alguém vai ter um. Surto e se matar, tão pouco se lixando se vc acorda e vai para o trabalho e chega lá e de repente fica sabendo que teus filhos não terão plano de. Saúde, comida, casa tllvez.
    Ou claro, a responsabilize social foi tema dos anos 2000, já passou essa fase não é mesmo?

    Só que o desastrado time de líderes da empresa deve saber que uma marca hoje carrega valores, e o consumidor não vai gostar nada disso. Sim, nós podemos fazer os prejuízos de vcs se multiplicarem e todos vcs serem descartados como rebanho que já passou da arroba certa, nem todo mundo comprado pelo preço

    Em Goiás uma empresa minimizou os alarmes de pelo de rato na massa de tomate, pois a Anvisa permite X pelos por tonelada, hj essa empresa, multinacional, mal gerida pelos cabeça de bagre, amarga resultados, teve que criar outra marca e enganar a população para não ir imediatamente a falência

    Num momento como esse o consumidor se conquista com aquilo que preocupa ele, ele vai se identificar com empresas que atuaram um pouco além de. Doar álcool em gel…. Então essa demissão em massa além. De ser mal conduzida, um desastre para a diretoria da empresa e para a diretoria do sindicato, eventualmente deve ser contabilizada como risco, pós o resultado das demissões vai repercutir no consciente do consumidor, as empresas serão e estão sendo medidas e a responsabilidade é de todos que contraíram um vírus mental e que se intitulam tomadores de decisão.

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