O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, interrompeu há pouco o andamento da sessão para anunciar que vai entrar com representação contra o procurador Diogo Castor, membro da força tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Em artigo publicado semana passada, Castor acusou o Supremo de participar de um golpe contra Lava Jato caso julgue ser de competência da Justiça Eleitoral a destinação de dinheiro oriundo da corrupção como se fosse delito de caixa 2.

Segundo o procurador, uma decisão neste sentido decretaria o fim da Lava Jato.

Toffoli considerou o artigo de Diogo Castor uma ofensa às instituições judiciárias e que deve ser punido por difamação.