O alerta vem de Brasília. O Paraná corre um sério risco de perder R$ 82 milhões do ministério da Saúde para a construção de uma fábrica de medicamentos do Tecpar em Maringá.
A informação é que caso o prazo do convênio assinado em 2017 não seja prorrogado pelo ministério os recursos podem ser recolhidos pelo governo federal. Os posicionamentos do novo presidente do Tecpar, Jorge Callado, e do governador, Carlos Massa Ratinho Jr, são considerados decisivos para a manutenção do acordo.
O contrato prevê a construção do Centro Biotecnológico do Tecpar em um terreno já doado pela prefeitura de Maringá. A unidade de fill and finish contará com uma fábrica para formular, envasar, embalar e armazenar medicamentos biológicos.
Em abril, ainda sob a gestão de Fábio Cammarota, o Tecpar deixou de vender quase R$ 400 milhões para fornecer 435 mil doses do Trastuzumabe – moderna droga de combate ao câncer de mama.
Onde por esse mundo está o governador “novo” que não está no Vale do silício, em Antofagasta, em Nova Iorque … nem no Tecpar de Maringá?