Iniciado na sessão de ontem (13), prossegue nesta quinta-feira o julgamento de ação que pode definir o futuro da Operação Lava Jato. Dos três ministros que votaram na primeira sessão, dois (Marco Aurélio e Alexandre Morais) optaram por declarar que crimes de corrupção praticados por políticos que receberam recursos para caixa 2 de suas campanhas sejam julgados pela justiça eleitoral e não pela justiça comum, caso da Lava Jato.

O ministro Luiz Edson Fachin discordou: os crimes eleitorais e de corrupção devem sofrer cisão. Os primeiros precisam ser julgados pela justiça eleitoral; os crimes de lavagem e evasão de divisas, pela justiça comum.