No mais provável cenário da disputa presidencial, em vigor neste momento, o direitista Jair Bolsonaro (PSL)) aparece como líder da pesquisa CNT/MDA divulgada no início da tarde desta segunda-feira. Sem Lula, Joaquim Barbosa e Michel Temer entre os nomes submetidos aos entrevistados, ele aparece com 18,3%, bem à frente de Marina Silva (Rede), com 11,2%. No entanto, numa eventual disputa entre os dois no segundo turno, há empate técnico.
- Jair Bolsonaro (PSL) – 18,3%
- Marina Silva (Rede) – 11,2%
- Ciro Gomes (PDT) – 9,0%
- Geraldo Alckmin (PSDB) – 5,3%
- Alvaro Dias (Podemos) – 3,0%
- Fernando Haddad (PT) – 2,3%
- Fernando Collor (PTC) – 1,4
- Manuela D’Ávila (PCdoB) – 0,9%
- Guilherme Boulos (Psol) – 0,6%
- João Amoêdo (Novo) – 0,6%
- Henrique Meirelles (MDB) – 0,5%
- Flávio Rocha (PRB) – 0,4%
- Rodrigo Maia (DEM) – 0,4%
- Paulo Rabello de Castro (PSC) – 0,1%
- Branco/Nulo – 29,6%
- Indecisos – 16,1%
Deve-se atentar para o detalhe importante: a soma de brancos, nulos e indecisos representa 46% dos eleitores. Ou seja, quase metade dos brasileiros não está conformada com o quadro de candidatos que lhe é apresentado. O que significa que é ainda muito cedo para cravar serem inabaláveis os índices aferidos pela pela pesquisa.
O senador paranaense Alvaro Dias, embora com baixo porcentual, mantém-se na 5.ª posição em praticamente todos os cenários (sem Lula e Barbosa), pouco abaixo do ex-governador paulista Geraldo Alckmin, a aposta do PSDB.

Parabéns. O trabalho foi bem executado. O único cara que ia vencer este exercito de Brancaleone, com exceções muito dignas do Boulos e da Manoela e o “companheiro” Ciro, temos a retaguarda do atraso.
No Ahú em Porto Alegre e em Brasilia a justiça deviam comemorar muito afinal trabalhalharam bem.
Se agora temos um ladrão e uma quadrilha podemos vir a ter um ditador e o exercito na rua. Valeu ou não valeu bater panela?