
Nunca antes na história deste estado, maringaenses tinham ocupado simultaneamente tantos postos na administração quanto nos nove meses de governo de Cida Borghetti – que não nasceu em Maringá mas é mulher do ex-prefeito e cinco vezes eleito deputado federal com os votos da cidade, líder na Câmara Federal dos governos FHC, Lula e Dilma e ex-ministro da Saúde no governo Temer.
Maringaenses estavam em toda parte – na secretaria da Fazenda, no Desenvolvimento Urbano, no Meio Ambiente e numa penca de estatais, autarquias e outros postos-chave. Eles compunham o que se convencionou chamar de “República de Maringá”, sob o império e proteção de Ricardo Barros.
A situação não é mais a mesma. Na foto oficial do secretariado não há nenhum rosto que represente a cidade. Maringá desapareceu completamente no governo inaugurado por Ratinho Jr. no dia 1.º, embora, ao disputar a eleição de 2018, ele tenha sido o candidato mais votado no município (50,7%), suplantando a então candidata à reeleição Cida Borghetti (27,5%). Conseguiu lá muitos apoios importantes, incluindo o do prefeito Ulisses Maia (PDT) e dos mais votados candidatos locais à Assembleia e Câmara.

O senhor Ulisses Maia é um oportunísta que só entrou na campanha depois que muita gente tinha amassado o barro e já existia asfalto.
De Maringá, Cida só trouxe cabos eleitorais incompetentes. Queimou o nome da cidade!
Que ótimo que não tem ninguém de Maringa que deu ao Governador mais de 50% dos votos!
É bom esperar, teve exoneração até possível recondução.
Isso faz prova inconteste de que velhos e condenáveis métodos estão com os dias contados. De nada adiantou o apadrinhamento indiscriminado de cupinchas, inchando a máquina sem critério e mais, sem preocupação com o dinheiro do contribuinte. Quando chegou a hora de cobrar os favores ficou á margem da estrada, derrotada inclusive no próprio reduto no qual tantos favores criou. Condenável prática.
Boa Tarde,nada de anormal tudo dentro do esperado e do tradicional.