O “superministro” da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, montou no governo Jair Bolsonaro (PSL) uma espécie de “República de Curitiba” – termo usado pelo ex-presidente Lula, em conversas grampeadas para se referir aos investigadores da Lava Jato. O jornal O Estado de São Paulo observa que são oito nomes ligados ao Paraná, sua terra de origem, berço também da Operação Lava Jato, onde foi juiz federal por 22 anos.
São pessoas de sua confiança, como a ex-diretora da 13.ª Vara Federal em Curitiba Flávia Blanco, atual chefe de gabinete, profissionais com quem trabalhou em grandes operações como juiz e com expertise em combate a crimes financeiros e narcotráfico, como o ex-superintendente da Polícia Federal no Paraná Maurício Valeixo, atual diretor-geral da PF, o ex-chefe de inteligência e informação da Receita Federal em Curitiba Roberto Leonel, atual chefe Coaf, entre outros.
Durante a transição, foram confirmados 7 nomes originários do Paraná em postos chave do ministério. O Departamento Presidiário Nacional (Depen), área sensível com conflitos crescentes, foi assumido pelo ex-chefe da PF em Foz do Iguaçu (PR) Fabiano Bordignon, com quem Moro trabalhou como juiz. Bordignon já foi responsável por dois presídios federais, entre eles o de Catanduvas (PR).
Outros nomes ainda fazem parte do time, em cargos de destaque na PF: como o delegado Igor Romário de Paula, que chefiou a equipe da Lava Jato em Curitiba e deve assumir a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), e o delegado Márcio Anselmo, que originou as investigações do caso e coordena hoje a área de combate à corrupção e lavagem de dinheiro da PF.
A equipe foi escolhida com carta branca por Moro e ficará responsável por colocar em prática a política de enfrentamento ao crime organizado, à corrupção sistêmica e aos crimes violentos no Brasil – principal bandeira do governo Bolsonaro para a área.
A equipe tem ordem para enviar ao Congresso, antes dos 100 primeiros dias de gestão, o projeto de lei com alterações legais que endurecem penas e aumentam o poder de investigação do Estado e, simultaneamente, dar início à implantação de medidas executivas e operacionais para desarticular facções e frear o crescente poder das organizações criminosas.

O Brasil que se cuide pois se o padrão moro lava jato vai ser institucionalizado, a primeira vítima será a Constituição já que a panela de Curitiba gosta mesmo ,assim como o 01 cagão que foge de debates é de moleza no trabalho e muita grana de diarias e palco para brilhar.
Viveremos do blábláblá diário e de proteção aos parceiros dos parceiros, tipo queiroz laranja.
Isso fez com que todo mundo conseguisse , ajudando no processo politico a interditar a oposição e seu maior lider, ao melhor dos empregos.
valeu afinal ter trabalhado tanto desde 2014 pra derrubar um governo de gente honesta para colocar os verdadeiros ladrões da República.
De fato. Sem os grandes serviços prestados , o Lula teria disputado a eleição e provavelmente teria ganho.
E o moro e a patota não teriam o emprego pelo qual tanto batalharam.
O “serviço” do moro significa que o queiroz laranja vai continuar solto e o aumento do salario minimo ter sido menor que o que o vampirão ia dar.
Voce que deve ter votado no aecio , vem agora com este papo de “bons serviços”. Pra quem cara pálida?
Lava a jato acabou.
Boa tarde,chegou onde está hoje devido aos bons serviços prestados a Nação Brasileira,e desejo a ele e sua equipe o maior sucesso possível,pois são pessoas honradas,haja visto o caminho que escolheram para seguir,o do Bem.