Recordação de 31 de março para 1.º de abril

Multidões saiam às em todo o país contra as reformas que o então presidente João Goulart pretendia implementar no país –  a agrária, a urbana, a bancária… Setores conservadores da sociedade reagiam e criavam o clima para a intervenção militar. Tropas do general Olympio Mourão desciam de Minas Gerais para depor o presidente. Exércitos de todas regiões militares, mais a Aeronáutica e Marinha se juntaram ao movimento.

Não houve resistência. João Goulart foi para Porto Alegre e de lá para o exílio no Uruguai.

O presidentes da Câmara e do Senado, Rainieri Mazilli e Auro de Moura Andrade, declaram que o país já não tinha presidente e que era necessário que o Congresso assumisse o provisoriamente o poder civil.

A partir desse dia contaram-se 21 anos em que o Brasil foi submetido à ditadura militar. Aqui neste vídeo histórico, um resumo daqueles dias agitados de 31 de março e 1.º de abril de 1964.

2 COMENTÁRIOS

  1. Aos latifundiários e banqueiros, as reformas agrária e bancária eram propostas comunistas. Com apoio norte-americano e dos setores mais retrógrados da sociedade, conseguiram o apoio do “glorioso exército de Caxias” para derrubar João “Jango” Belchior Goulart. E a Ditadura começou com enorme mentira. Foi instalada em 1º de abril de 64 e não no dia 31 de março. Mudou-se a data, por motivo óbvio, para não coincidir com comemoração do Dia da Mentira.

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