Pelo jeito, a escola brasileira será mesmo “sem partido”

Durou menos de 24 horas a “nomeação” de Mozart Neves Ramos para o ministério da Educação no governo Bolsonaro. A bancada evangélica gritou e o presidente eleito “desconfirmou” a escolha, conforme anunciou em sua conta no Twitter:

Pelo jeito, a escola brasileira será mesmo "sem partido"

Ex-secretário da Educação de Pernambuco, diretor do Instituto Airton Senna e presidente do movimento Escola para Todos, não foram questionadas pelo evangélicos as qualificações técnicas dos evangélicos que vetaram a nomeação de Mozart. Também não vetado pelo que ele disse, mas pelo que ele não disse.

Mozart nunca se posicionou – nem a favor nem contra – sobre os polêmicos temas “escola sem partido” e ideologia de gênero nas escolas, bandeiras defendidas pelas igrejas e que Bolsonaro abraçou durante a campanha. Os evangélicos que foram ao futuro chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni, disseram que o presidente pode errar em qualquer outro ministério, mas na Educação tem de colocar alguém afinado com a tese que defendem.

Agora, o nome da vez para o MEC é o do procurador regional da República do Distrito Federal, Guilherme Shelb, conhecido por suas posições favoráveis ao “escola sem partido”.

2 COMENTÁRIOS

  1. Esse Shelby é bom que se diga, não presta nem pra procurador… quiçá educação. Os únicos que torcem a favor são os crentes e o pessoal da procuradoria, estes últimos pq tem esperança de se livrar, já os crentes…basta ler o manifesto da frente da bíblia para saber pq Shelby é o qurridinho. Todo pai e mãe tem que se meter nesse assunto e pedir mozart de volta! Os bolsonaristas não dizem gostar de mérito? E so olhar a carreira do mozart …cruz credo como diz o FHC esse pré desgovernado povo em Brasília

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