Sondagem eleitoral da Paraná Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (27), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) estariam empatados tecnicamente no primeiro e no segundo turno se as eleições fossem hoje. De acordo com a pesquisa, em um eventual segundo turno entre o atual presidente e o senador, Flávio leva vantagem numérica com 44,4% e Lula teria 43,8%.
A Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores entre 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07974/2026
Primeiro turno
Em dois cenários estimulados de primeiro turno avaliados pela Paraná Pesquisa, o presidente Lula aparece empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro. No primeiro cenário, em uma eventual disputa entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Júnior (governador do Paraná), Romeu Zema (governador de Minas Gerais), Renan Santos e Aldo Rebelo, o petista tem 39,6% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 35,3%.
O resultado, devido à margem de erro de 2,2%, demonstra empate técnico entre os dois pré-candidatos.
Em um segundo cenário, com o nome do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), testado no lugar de Ratinho Junior, Flávio e Lula voltam a ter empate técnico. O petista, neste recorte, tem 40,5% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro tem 36,6%.
Espontânea
O presidente Lula ainda aparece na frente das intenções de votos na pesquisa espontânea. Ele tem 26% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 14,8%. Os entrevistados também citaram outros sete candidatos que aparecem com destaque; são eles:
Jair Bolsonaro (PL): 5,8%
Tarcísio Freitas (governador de São Paulo): 1,3%
Ratinho Júnior (governador do Paraná): 0,9%
Ciro Gomes (PSDB): 0,5%
Renan Santos (Missão): 0,5%
Romeu Zema (governador de Minas Gerais): 0,3%
Ronaldo Caiado (governador de Goiás): 0,3%
