O sofrimento dos jornalistas na cobertura da posse

O sofrimento dos jornalistas na cobertura da posseA curitibana Amanda Audi é jornalista. Trabalhou na Gazeta do Povo e Folha de São Paulo. Atualmente está vinculada aos sites Intercept e Poder360. Foi designada para cobrir a posse do presidente Jair Bolsonaro e sofreu – como todos os colegas de imprensa – as limitações impostas pela segurança aos jornalistas, obrigados a chegar ao plenário do Congresso com quatro horas de antecedência e sem direito, sequer, de levar uma “perigosa” maçã ou garrafinha d’água. Ir ao banheiro, só com autorização dos agentes da segurança.

Amanda registrou no Twitter a saga que ela e outros jornalistas, inclusive correspondentes estrangeiros, para a cobertura jornalística da posse.

8 COMENTÁRIOS

  1. Queriam o quê?
    Foram acostumados com as facilidade dos govêrrnos petistas que trcavam matérias de elogios e agora o Brasil está pagando a conta que esteve escondida todos os anos.
    Agora a ORDEM é TER ORDEM, não se trata de mordaça e sim de organização.
    Vejam que apareceram durante o período que antecedeu a posse várias situações de ameças e aí mostrarm que a linha de segurança deveria ser respeitada.
    Os jornalistas achavam que continuaria a ” Casa da Mãe Joana” e agora a coisa mudou todavia não com censura, mas com ordem e respeito.
    Até a toda poderosa Globo foi enquadrada e estão P da vida. Acho que esta “jornalista” e outros deveriam fazer parte da comitiva que visita Lula para dar Bom dia e de resto contar a história dos últimos 15 anos o que o PT deixou de legado para o país e para essa gerações.

  2. Perderam a noção do sentido de “sofrimento” e “limites”. Se um jornalista da década de 70 tivesse a estrutura e tecnologia que os de hoje possuem, jamais reclamariam assim.
    Não existe direito absoluto! Nem a vida é absoluta. Mas para alguns jornalistas, que apontam o dedo para os culpados e se escondem atrás de “fontes”, narrar fatos virou atividade de julgador arbitrário das próprias opiniões.
    Defendam seus ideais Contraponto. Façam a diferença como sempre fizeram, mas não entrem na “fila que todos esperam”. Entendam o porquê de todos estarem nesta “fila” e apenas vcs não. “Joguem” na primeira divisão!! Mesmo que sob um viés crítico e coerente.

  3. O Contraponto, continua apoiando a esquerda. Vou parar de acessar aqui!
    Esses esquerdopatas q defendem ladrões, condenados e presos, não estao acostumados com disciplina! Desde onbtem temos um novo Brasil!

  4. O interceot tem feito reportagens incríveis
    Parabens a ela por ter trocado a gazeta por este jornal inovador, independente e de alta qualidade nos conteúdos.
    Jornalistas são profissionais essenciais ao bom caminho da justiça para a sociedade. Uns não devem pagar pelos outros. Isso se deve aplicar a qualquer profissão.

  5. Este bando de “formadores de opinião” estão acostumados a jabaculê, agrados, molezas e outros “salameleques”. Venham ao mundo real jaguaras mentirosos. Trabalhem como qualquer outro cidadão.

  6. Não foram os jornais que alimentaram a cadela do fascismo e o apreço ao autoritarismo?
    Agora toma sem reclamar!
    Achei pouco!
    Os jornais foram muito coniventes com as posturas do Bolsonaro durante toda a campanha.
    Passaram a mão na cabeça dele achando que, após a posse, iriam domá-lo.
    Só que não!
    Gostei.
    Bem feito!

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