O silêncio dos encurralados

(por Ruth Bolognese) – Até agora não houve nenhuma manifestação, nem uma curtida sequer, por parte dos principais personagens supracitados na estratégia do governador Beto Richa para se eleger senador em outubro.

Estratégia essa que poderia ser chamada de “Suruba Lusitana”, mas ao contrário: quem se dá bem é apenas o autor da ideia.

Mas, enfim, nem Ratinho Jr. nem a Belezura se manifestaram diante do recado do governador, orientando para que ambos se unam e disputem as eleições lado a lado, como nos velhos tempos. O que leva a algumas conclusões:

1) O autor do balão de ensaio foi o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano, por conta própria. Três dias depois, o balão virou bola murcha e ninguém está nem aí;

2) A decisão sobre qual dos dois, Belezura e Ratinho Jr , seria o candidato ao governo teria que ser no “Par ou Ímpar”. Nesse caso, o derrotado nato seria Ratinho Jr. porque na contagem dos dedos ia aparecer a longa mão do ministro da Saúde, Ricardo Barros;

3) A teoria política de Beto Richa foi considerada tão complexa pelos candidatos envolvidos, habituados com problemas mais simples, como soletrar o “Despacito”, por exemplo, que decidiram deixar pra lá.

Politica é assim. Como nuvem passageira.

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