O empréstimo do BID e o beija-mão de Temer

O deputado federal João Arruda (PMDB) provoca Beto Richa: o governador, diz o deputado, achava que podia resolver a liberação do empréstimo do BID para para o Paraná (R$ 740 milhões) com a ajuda apenas do senador Aécio Neves e do ministro Imbassahy – mas teve de ir a Brasília beijar as mãos de Temer e reconhecer que a bancada do Paraná na Câmara foi decisiva.

Pelas redes sociais, Arruda dispara:

O dinheiro foi liberado em tempo recorde! A bancada federal da base do governo Temer foi parceira. Richa não gostou de ter de ir à Brasília pedir o apoio do presidente da República, na presença dos deputados federais, inclusive um que faz oposição ao governo dele (eu mesmo). Certamente um constrangimento.

Achou que resolveria tudo com Aécio Neves e Imbassahy (PSDB), e não precisaria beijar a mão de Temer depois das declarações ácidas sobre o governo e o papel do partido dele no governo federal. Aliás, Carlos Alberto tem pressa!

Quer abrir licitações, assinar contratos, estabelecer compromissos políticos o quanto antes. Tem de ser antes que a vice-governadora assuma para que ele seja candidato ao Senado. Prefeitos têm sido controlados, sob o risco de retaliações. Nenhum era bem-vindo na cerimônia em Brasília, por exemplo. Poucos estavam presentes.

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