O presidenciável tucano Geraldo Alckmin, empacado em todas as pesquisas com modestos e distantes índices em relação aos favoritos (Bolsonaro, Marina e Ciro) enxerga no senador Alvaro Dias (Podemos) a principal “pedra no sapato” para conseguir superar suas dificuldades. Apesar de amparado numa aliança de considerável tamanho desde que recebeu a adesão do PSD e de outros partidos relevantes, Alckmin não deslancha.
Põe a culpa de suas desventuras em Alvaro Dias, que corroi o votos que ele poderia ter no Sul do país, reduto tradicional do PSDB. Mas agora, novas pesquisas indicam que não é só no Sul. No último levantamento feito pela Paraná Pesquisas, o senador paranaense e também está à frente do ex-governador paulista no Distrito Federal (veja gráfico ao lado).
Da tabela ainda constam nomes que já se retiraram da disputa (como Flávio Rocha, do PRB) e outros improváveis.
Daí o esforço de Alckmin para atrair Alvaro que, no entanto, se mantém firme em sua decisão de levar sua candidatura até o fim. A tese que sustenta é que não tenha nada a perder se mantiver sua candidatura: seu mandato de senador vai até 2022.

Pesquisas prematuras não querem dizer nada,com 30% de indecisos nada está garantido,além do mais que a campanha nem começou.
É o candidato café com leite, só ta treinando, afinal Norte e Nordeste tbm estão no mapa do Brasil e se quer ser presidente do Brasil tem que ser de todas as regiões, mas ele nem se dá ao trabalho de ir nessas regiões, se for eleito, oq é dificil com esses números (por isso candidatura café com leite) oq tem a dizer aos brasileiros destas regiões?
Você não sabe interpretar um texto simples. A pesquisa não é do Contraponto, e sim, da Paraná Pesquisas.
Contra`Pono aderiu aos retardados do mbl e cassou o Lula das pesquisas.
ContraPonto, isso que esta sendo comemorado é apenas o banquete dos mendigos.
Tão brigando pela grana e pelo terceiro lugar. Muito digno.
Se o pessoal do DF devia pedir pro senador submarino mudar seu domicilio eleitoral para poder ver na pratica como se faz tudo para não fazer absolutamente nada que valha a pena.