Mutirão liberta, mas tornozoleira falha

Um mitirão do carcerário feito entre a OAB, O ministério público, a defensoria pública e o Tribunal de Justiça conseguiu tirar das cadeias de delegacias cerca de 600 pre, sem sua maior encaminhados a unidades carcerárias. Já foi um alívio para as delegacias mais críticas.

Outro presos ganharam liberdade monitorada com tornozoleiras eletrônicas. Mas há uma preocupação: as autoridades descobriram que o sistema tem defeitos – nem sempre é possível constatar quando os preços se livram os equipamentos, usam truques com papel alumínio para evitar amissões de sinal e muitas nem emitem sinais.

O risco da soltura é imenso: de 5 a 10 por cento dos presos com tormozeleiras voltam a cometer crimes.

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