O Ministério Público Federal (MPF) desmente informações que circulam nas redes sociais que citam o procurador Diogo Castor de Mattos como autor do vazamento de mensagens atribuídas à força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Segundo o MPF, as referências, agora repetidas, à atuação de Castor quando atuava em algumas das mais importantes operações derivadas da Lava Jato, “são absurdas e caluniosas” e já foram desmentidas em 2017 e 2018. Nessas ocasiões, o Ministério Público rechaçou, inclusive, afirmações do ministro Gilmar Mendes em sessão plenária do Supremo Tribunal Federal

Em 11 de abril do ano passado, o ministro Gilmar Mendes, “com absoluta falta de seriedade, lançou contra o procurador da República Diogo Castor de Mattos notícias antigas e falsas a respeito do comportamento deste na Operação Lava Jato”, conforme o MPF lembra aqui.

A nota divulgada neste sábado (15) pela força-tarefa da Operação Lava Jato tem o seguinte teor:

Força-tarefa repudia acusações genéricas contra procurador da República

Trata-se de fake news o conteúdo que vem sendo compartilhado por meio de grupos de whatsapp e publicados em alguns blogs, que mencionam a atuação do procurador da República Diogo Castor de Mattos como suposto autor de hackeamento de mensagens atribuídas à força-tarefa Lava Jato em Curitiba. 

Tais imputações são absurdas e caluniosas, e estão sendo feitas com base em reportagens antigas contendo mentiras já devidamente rechaçadas anteriormente em notas divulgadas pela assessoria de comunicação do MPF/PR nos anos de 2017 e 2018 (aqui).